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Representantes da Pesca Amadora se Reúnem para Debater o Futuro do Turismo de Pesca em Mato Grosso do Sul

Representantes da Pesca Amadora se Reúnem para Debater o Futuro do Turismo de Pesca em Mato Grosso do Sul

Campo Grande (MS), 16 de junho de 2026 

Representantes da pesca amadora, do turismo de pesca e de diversos segmentos ligados à atividade pesqueira em Mato Grosso do Sul se reuniram nesta terça-feira para apresentar uma Carta de Compromisso ao pré-candidato ao Governo do Estado, Fábio Trad.

  • Pescadores Amadores do MS, representados pelos administradores Marcos Antônio da Silva e Júlio César Reis Furuguem;
  • Amadores do Pantanal, representados pelos administradores Nado Souza.

O documento tem como pauta principal o fortalecimento do Turismo de Pesca Sustentável em Mato Grosso do Sul, atividade considerada fundamental para a geração de empregos, renda e desenvolvimento econômico em dezenas de municípios que dependem direta ou indiretamente da pesca esportiva e amadora.

A iniciativa é liderada por Marco Antônio, Nando e demais representantes do setor, contando com assessoria jurídica do advogado Dr. Júlio César Reis Furuguem, inscrito na OAB/MS sob o nº 1466.

Participam do movimento representantes de importantes grupos de pescadores do Estado, entre eles:
Segundo os representantes, as atuais restrições impostas à pesca amadora têm gerado preocupação entre pescadores, empresários do turismo e trabalhadores que dependem da atividade para seu sustento. 

O grupo questiona os fundamentos que motivaram as limitações ao transporte de pescado e a proibição da captura de determinadas espécies, argumentando que as medidas não alcançaram os resultados esperados em relação ao equilíbrio entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico.

O documento destaca ainda que a pesca amadora é uma atividade histórica e cultural do povo sul-mato-grossense, representando lazer, tradição e importante fonte de renda para milhares de famílias. 

Os representantes defendem que as políticas públicas voltadas ao setor devem buscar o equilíbrio entre a conservação dos recursos naturais e a manutenção dos direitos dos cidadãos que praticam a pesca de forma legal e responsável.

Entre as principais reivindicações apresentadas ao pré-candidato Fábio Trad estão:

I – Retomada da cota de transporte de 10 kg de pescado mais 1 exemplar por pescador amador, garantindo o direito ao consumo familiar e fortalecendo a economia dos municípios que dependem do turismo de pesca;

II – Equiparação do valor da licença estadual de pesca ao valor da licença federal, reduzindo os custos atualmente suportados pelos pescadores amadores;

III – Revisão dos decretos e normas que restringem o transporte de pescado, restabelecendo direitos historicamente exercidos pela população sul-mato-grossense;

IV – Liberação da pesca e do transporte do dourado, permitindo a captura de 1 exemplar por pescador amador, fortalecendo o turismo de pesca e valorizando uma das espécies mais emblemáticas dos rios do Estado.

Os representantes também defendem que as discussões sobre preservação ambiental considerem todos os fatores que podem impactar os recursos hídricos e a fauna aquática, incluindo atividades desenvolvidas próximas às bacias hidrográficas, garantindo que as decisões sejam baseadas em critérios técnicos, científicos e econômicos.

Ao final do documento, os representantes reafirmam o compromisso de apoiar, acompanhar e fiscalizar a implementação de medidas que promovam o desenvolvimento sustentável do turismo de pesca em Mato Grosso do Sul.

"A pesca amadora faz parte da cultura, da tradição e da identidade do povo sul-mato-grossense, devendo ser valorizada como instrumento de desenvolvimento econômico, geração de empregos e fortalecimento das comunidades ribeirinhas", destaca a Carta de Compromisso.

A expectativa do setor é que o próximo governo estadual mantenha diálogo permanente com pescadores, empresários e profissionais ligados ao turismo de pesca, buscando soluções equilibradas que garantam a preservação ambiental e o fortalecimento da economia regional.
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1 Comentário(s)
J
Jefferson 16/06/2026 23:06
Boas propostas, até agora nada dos estudos em cima do Dourado, tinha que escolher uma espécie e proibir por dois anos depois outra e assim consecutivamente.

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